Começamos os últimos 20 anos no que os budistas chamariam de estado perfeito, Nirvana. Pudemos conhecer Anjos e Demônios, e no Crepúsculo apareceu um Meteoro Da Paixão. E não era o Psy que te deixava louco, você realmente estava vendo um Centauro no Jardim. Enquanto os Engenheiros estavam no Hawaii a Cidade de Deus estava vazia. Foram realmente décadas em que a ficção ganhou lugar da obra realista.

Fonte: http://miolodepote.wordpress.com/2007/09/19/vitruviano-do-seculo-xxi/
Hollywood tem ficado para trás com tanto filme bom que tem sido produzido aqui. Lotamos salas de cinema pra assistir à Como Se Fosse Você, Tropa de Elite, Os Dois Filhos de Francisco, Carandiru, Bruna Surfistinha e primeira animação em 3D, Rio. Eles têm trazido consigo o carimbo do povo brasileiro, mostrando que somos capazes de produzir da comédia ao drama.

Fonte: http://softwaresejogosnet.blogspot.com/2011/04/filme-rio-download.html
Criando e recriando textos em forma de arte, a literatura mostra-se mais forte e expressiva a cada década que passa. São letras, palavras, frases, pontos e vírgulas que acabam contando aquilo que nossas vozes não são capazes de ditar. É o drama, é a comédia, a ficção ou a tragédia que falam e interpretam aquilo que sentimos, que pensamos e que imaginamos. Luís Fernando Veríssimo, por exemplo, traz, em suas crônicas, bom humor e ironia ao relatar os fatos do cotidiano das pessoas.

Fonte: http://colunas.imirante.com/platb/leopoldovaz/2010/11/14/resposta-a-revista-veja/educacao_1969_2009/
Com “O Alquimista”, Paulo Coelho lançou um dos mais importantes fenômenos literários deste século, que acabou sendo o primeiro na lista dos mais vendidos em 18 países.
Seja uma autobiografia, como sugere a obra “O Filho Eterno”, de Cristóvão Tezza, ou uma história fictícia como é o caso de “O Centauro no Jardim”, de Moacyr Scliar, os artistas que se destacaram trazem em seus livros angústias, medos e alegrias, transpassadas das mais diferentes maneiras pelos personagens idealizados pelos mesmos. Textos críticos também tiveram seu espaço. Arnaldo Jabor, cineasta, escritor e crítico carioca escreve seus textos, abordando variados temas de forma “apimentada” seja para a televisão ou para as suas colunas.
A vida marinha nas aventuras do Bob Esponja, as brigas intermináveis de Tom e Jerry, a sátira do estilo de vida americano nos Simpsons, os personagens das mais variadas histórias da turma da vila no Chaves. São tantos os programas e desenhos que marcaram e participaram da nossa cultura e da vida de diversas gerações e faixas etárias. Alguns desses inclusive foram criados há muito tempo atrás, e, devido ao sucesso, foram retransmitidos ou reencenados. Convenhamos, existe programa melhor do que dar boas risadas em frente à TV?

Fonte: http://walyou.com/the-simpsons-in-salvador-dalis-persistence-of-memoryart
Falar das músicas e estilos que foram mais carismáticos pela população de 91 até hoje é tão cômico como as letras da banda Mamonas Assassinas. Isto porque atingiram o sucesso estilos músicas muito diferentes como o de Maddona e Legião Urbana, de Lady Gaga e Nirvana, de Luan Santana e Titãs ou de Calypso e Raimundos. Prova de que o ser humano, apesar de todos os avanços da globalização em nossa Era, é diferente em gostos, cores, livros, músicas e amores.
Fonte: http://brunocomotti.blogspot.com/2010/06/charge-008-malditas-musicas-chicletes.html
Confira o vídeo que o nosso grupo fez pelo link
http://www.youtube.com/user/arthurpon#p/u/0/DNnAlGmfMTE
Componentes: Arthur, Bruna, Marilia, Nathalia, Rafaela, João Pedro e Pedro Crivelaro.
Turma: 301.

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